Fragmentos de uma Subjetividade Urbana | Fragments of an Urban Subjectivity

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Pintar as diferenças em São Paulo, minha cidade. Este sempre foi o meu tema  principal, com pesquisa iniciada em 1997, Trabalhar com esse tema é uma maneira de sobreviver em meio ao caos. Como um olho invisível, passeio em meio à selva, escolho uma história que vira um quadro. Na vida as pessoas fingem não ver os problemas, mas na arte há espaço para contemplar o real que parece ficção.

 A função da arte não é a de passar por portas abertas, mas é a de abrir as portas fechadas.” (Ernst Fisher, 1973)

Paint the differences  in São Paulo, my city. This has always been my main theme, with a research started in 1997, Working with this theme is  a way to survive amidst the chaos. As an invisible eye in the middle of the jungle I walk, choose a story that turns into a work. At real life people pretend not to see the problems, but in art there is space to contemplate the real that seems fiction.

 “The function of art is not to go through open doors, but is to open the doors closed.” (Ernst Fisher, 1973)

 

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